Dicas essenciais para o consumo e armazenamento correto de lenha em fogões mineiros

O uso do fogão a lenha, elemento cultural e gastronômico presente em muitas residências do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, exige uma logística cuidadosa quanto ao combustível. Diferente do botijão de gás, a lenha demanda espaço específico e tempo de secagem para garantir eficiência. O uso de madeira úmida é um dos principais erros, pois consome energia para evaporar a água em vez de gerar calor, resultando em maior gasto e excesso de fumaça na residência.
Para estimar o consumo mensal, especialistas recomendam que o morador faça uma medição prática durante uma semana de uso rotineiro. Ao separar um volume conhecido e verificar o que sobrou após sete dias, é possível calcular a média mensal com maior precisão, considerando sempre uma margem de folga para dias mais frios ou recepção de visitas. A compra antecipada é fundamental, já que a madeira verde precisa de tempo para secar antes de ser utilizada na fornalha.
O armazenamento correto deve seguir regras básicas para evitar desperdício. O estoque precisa ser coberto, mas ventilado nas laterais para que o ar circule e retire a umidade. Além disso, é importante que a lenha seja mantida fora do chão, apoiada em paletes, e afastada das paredes da casa para desencorajar a presença de insetos e proteger a alvenaria. Seguir a rotação de consumir a lenha mais antiga primeiro garante que o material esteja sempre no ponto ideal de queima.
Com informações de G1 Minas Gerais.



