Cachaça de alambique e Casa de Dona Beja podem virar patrimônio cultural mineiro

A cachaça de alambique e importantes monumentos arquitetônicos de Minas Gerais, como a Casa de Dona Beja, em Araxá, estão em processo para serem reconhecidos como patrimônio cultural imaterial e material do estado. A medida visa preservar as tradições produtivas e históricas que moldam a identidade mineira. O modo de produção artesanal da bebida é uma das marcas mais fortes da economia e da cultura do Alto Paranaíba.
O reconhecimento pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico (Iepha-MG) fortalece o turismo e a economia local. No caso de Araxá, a Casa de Dona Beja representa um marco histórico fundamental para a região, atraindo visitantes interessados na história do período imperial e nas personalidades icônicas do estado. A proteção oficial garante investimentos para conservação e promoção desses bens.
Além da cachaça, outras manifestações como o samba mineiro também estão na pauta de salvaguarda. A valorização desses elementos culturais é vista como um passo estratégico para consolidar a marca Minas Gerais no mercado nacional e internacional. Para os produtores de cachaça da região, o selo de patrimônio agrega valor comercial e reconhecimento à qualidade do produto artesanal.
Com informações de Bing News - Alto Paranaíba.



